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	<title>Arquivos Pesquisa - TMA Máquinas</title>
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		<title>Rede de universidades federais lança 21 variedades de cana-de-açúcar</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 18:17:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento Sucroenergético (Ridesa), formada por acordo de cooperação técnica entre dez universidades federais, está lançando neste ano 21 novas variedades de cana-de-açúcar, matéria-prima para a produção de açúcar, álcool combustível, melaço e biodiesel. Juntas, as dez instituições lideram o mercado e constituem os principais núcleos de pesquisa e desenvolvimento de variedades de [&#8230;]</p>
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<p>A <a href="https://www.ridesa.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento Sucroenergético (Ridesa)</a>, formada por acordo de cooperação técnica entre dez universidades federais, está lançando neste ano 21 novas variedades de cana-de-açúcar, matéria-prima para a produção de açúcar, álcool combustível, melaço e biodiesel. Juntas, as dez instituições lideram o mercado e constituem os principais núcleos de pesquisa e desenvolvimento de variedades de cultivo de cana-de-açúcar no Brasil. Criada entre 1990 e 1991, a Ridesa é, atualmente, o núcleo central de pesquisa canavieira do governo federal, no âmbito do Ministério da Educação, desenvolvendo as cultivares denominadas República do Brasil (RB).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/69982057_2068614273447556_8123732677194332324_n.jpg" alt="" class="wp-image-2775" srcset="https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/69982057_2068614273447556_8123732677194332324_n.jpg 1024w, https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/69982057_2068614273447556_8123732677194332324_n-300x169.jpg 300w, https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/69982057_2068614273447556_8123732677194332324_n-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Ridesa substituiu o Programa Nacional de Melhoramento da Cana-de-açúcar (Planalsucar), criado pela União na década de 70, cujo objetivo era promover a melhoria dos rendimentos da cultura, tanto no campo quanto na indústria. As dez universidades federais absorveram as pesquisas, os recursos humanos e técnicos e a infraestrutura do Planalsucar, disse o coordenador do Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar na Universidade Federal do Paraná (UFPR), professor Ricardo Augusto de Oliveira, em entrevista nesta quarta-feira (6) à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;.</p>



<p>Das 21 variedades que estão sendo lançadas este ano pela Rede, que comemora 30 anos de criação, quatro foram desenvolvidas na <a href="https://www.ufpr.br/portalufpr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFPR</a>, cinco pela Federal de São Carlos (<a href="https://www2.ufscar.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFSCar</a>), seis pela Federal de Alagoas (<a href="https://ufal.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ufal</a>), uma pela Federal de Goiás (<a href="https://www.ufg.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFG</a>), uma pela Federal de Viçosa (<a href="https://www.ufv.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFV</a>), uma pela Federal Rural do Rio de Janeiro (<a href="https://portal.ufrrj.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFRRJ</a>) e três pela Federal Rural de Pernambuco (<a href="http://www.ufrpe.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFRPE</a>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Evolução</h2>



<p>Considerando os 50 anos de pesquisa de melhoramento genético, desde a criação do Planalsucar, foram desenvolvidas 114 variedades de cana-de-açúcar no Brasil. O principal volume, estimado em mais de 70 variedades liberadas para o setor agrícola, ocorreu nos últimos 30 anos, já com a Ridesa, salientou Oliveira. “Foi uma sequência de evolução de um trabalho feito a longo prazo.”</p>



<p>Oliveira explicou que, como se trata de uma grande malha de pesquisa espalhada por todo o país, são desenvolvidas variedades para todas as regiões, com as características específicas de manejo e clima. “São variedades desenvolvidas nessas realidades. Então, tem variedades que têm maior teor de sacarose, que são precoces para início de safra; e há variedades mais rústicas, recomendadas para ambientes de mais restrição ambiental, isto é, menor fertilidade do solo, menor disponibilidade hídrica”. Há também variedades de alto poder produtivo em vários locais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="462" src="https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/sem-titulo-1-1024x462.jpg" alt="" class="wp-image-2845" srcset="https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/sem-titulo-1-1024x462.jpg 1024w, https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/sem-titulo-1-300x135.jpg 300w, https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/sem-titulo-1-768x347.jpg 768w, https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/sem-titulo-1.jpg 1364w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Segundo Oliveira, todas as novas variedades representam algo que está sendo considerado o melhor para cultivo e atendem, em várias lacunas, a demanda dos agricultores, dos produtores de etanol e açúcar.</p>



<p>Quando a Ridesa foi criada, apenas 5% de toda a área com cana-de-açúcar eram cultivados com variedades da sigla RB. Depois de 30 anos de pesquisa, o território que apresenta tais cultivares elevou-se para 60%, incluindo a safra 2020, o que equivale a 8,5 milhões de hectares, conforme estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (<a href="https://www.conab.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conab</a>). Isso significa uma contribuição de mais de 12% na matriz energética do Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais cultivadas</h2>



<p>De acordo com o professor Ricardo Oliveira, a variedade mais cultivada no país é a RB867515, desenvolvida na Universidade Federal de Viçosa, que pode ser cultivada em vários ambientes rústicos, o que acabou favorecendo a expansão da cultura nos últimos 15 anos. “Passamos de 6 milhões de hectares para 8,5 milhões de hectares”. Segue-se a variedade RB966928, desenvolvida na UFPR, que foi liberada em 2010 e está presente em 14% da área nacional cultivada com cana-de-açúcar.</p>



<p>O processo de melhoramento genético desde o início das pesquisas até a descoberta de uma nova variedade de cana-de-açúcar leva 15 anos, em média. “Tem variedades que levam 18 anos, outras, 12 anos, mas o ciclo médio para fechar um processo de melhoramento genético leva 15 anos”, disse. A UFPR já iniciou a série de pesquisas de 2021, visando ao lançamento de variedades novas daqui a 15 anos. “Estamos no campo, com áreas de experimentação, com diversas séries e milhares de plantas [clones de cana-de-açúcar] sendo testadas para que gente possamos, naquela engrenagem, continuar a indicação de novas variedades.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="585" src="https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/plantio-de-cana-em-usina-do-grupo-raizen-1024x585.jpg" alt="" class="wp-image-2443" srcset="https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/plantio-de-cana-em-usina-do-grupo-raizen-1024x585.jpg 1024w, https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/plantio-de-cana-em-usina-do-grupo-raizen-300x171.jpg 300w, https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/plantio-de-cana-em-usina-do-grupo-raizen-768x439.jpg 768w, https://tmamaquinas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/plantio-de-cana-em-usina-do-grupo-raizen.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Nos últimos 15 anos, a Ridesa tem se programado para fazer liberações nacionais. Em 2010, houve uma grande liberação, com participação das dez universidades que integram a rede; em 2015, foi feita outra; e neste ano, ocorre a terceira liberação nacional que coincide com o período de comemoração dos 30 anos da Ridesa.</p>



<p><a href="https://tmamaquinas.com.br/2020/11/25/vinhaca-e-sinonimo-de-energia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>+ LEIA MAIS: Vinhaça é sinônimo de energia</strong></a></p>



<p>A Ridesa é conveniada com 298 usinas no país, o que representa 80% das empresas brasileiras produtoras de cana, açúcar, etanol e bioeletricidade. “A Rede ainda&nbsp;tem&nbsp;diversas ações de transferência de tecnologia para pequenos produtores que geram produtos como açúcar mascavo, aguardente artesanal e alimentação animal”, destacou o professor da UFPR.</p>



<p>Os reitores são conselheiros da Ridesa e, logo em seguida, aparece o supervisor geral, que é eleito a cada dois anos por indicação dos coordenadores das universidades, que atuam, cada uma, em uma área federativa. A UFPR, por exemplo, é responsável pela Região Sul, enquanto a UFSCar atua na região centro-sul, que engloba São Paulo e Mato Grosso do Sul. “E assim vai. Cada universidade tem uma área de abrangência para atuar e desenvolver o Programa de Melhoramento Genético”, concluiu Ricardo Augusto de Oliveira.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-04/rede-de-universidades-federais-lanca-21-variedades-de-cana-de-acucar?amp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Via Agência Brasil</a></p>
<p>O post <a href="https://tmamaquinas.com.br/2021/04/08/rede-de-universidades-federais-lanca-21-variedades-de-cana-de-acucar/">Rede de universidades federais lança 21 variedades de cana-de-açúcar</a> apareceu primeiro em <a href="https://tmamaquinas.com.br">TMA Máquinas</a>.</p>
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